segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Conselhos AfroCura


Não dê por assente a identidade de uma erva. A plantas medicinais são facilmente adulteráveis, e registam-se frequentemente casos de adulteração sobretudo no que se refere à espécimes caros como o açafrão, o hidraste ou o ginseng. Compre as ervas apenas em locais de muita confiança e com o tempo aprenda a conhecer o cheiro, textura e sabor das ervas curativas. Em caso de dúvida nunca as utilize.

Não exceda as quantidades recomendadas nem o seu tempo recomendável de utilização. Os casos de queixas de pessoas a quem as ervas fizeram mal estão normalmente relacionados com o consumo de quantidades gigantescas durante muito tempo.


Seja muito cuidadoso se padece de alguma enfermidade crónica. As ervas curativas podem interactuar com outros medicamentos que esteja a tomar. Consulte o seu médico e farmacêutico acerca dos possíveis problemas.


Seja particularmente cuidadoso ao usar óleos à base de ervas. Os óleos “essenciais” ou “voláteis” das ervas aromáticas são muito concentrados e quantidades que parecem muito pequenas podem causar um dano considerável. Uma colher pequena de óleo de poejo pode causar a morte. Muitos óleos à base de ervas estão disponíveis nas lojas. Se os usa, tome só uma ou duas gotas de cada vez.




Siga os nossos conselhos, esteja sempre muito atento e respeite as recomendações que lhe forem dadas. Votos de boa sorte e de saúde para si e para toda a sua família!!! :)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Primeiras saídas de campo

Jardins Botânicos
(de Lisboa e d'Ajuda)
O conhecimento das ervas era um dever dos médicos do mundo antigo. Os ditos curandeiros passavam muito tempo em meio rural recolhendo-as e é também graças aos seus registos que nós hoje podemos usufruir da sabedoria sobre ervas acumulada ao longo dos séculos.

Diz-se que a utilização de plantas para fins medicinais é tão antiga como a própria Humanidade, e no Ocidente era esta a forma usual de tratamento até ao século XVIII. Hoje em dia, a Organização Mundial de Saúde calcula que, a nível mundial, as terapias baseadas nas plantas medicinais são três a quatro vezes mais utilizadas do que a medicina convencional.
Foi com o propósito de observamos a variedade e riqueza da nossa flora que visitámos no passado dia 23 dois dos melhores jardins botânicos de Portugal (e da Europa): o Jardim Botânico de Lisboa e o Jardim Botânico d’Ajuda.

Neles podemos encontrar exemplares de espécimes vegetais oriundos de diversas partes do Mundo, entre as quais sobressaem Cicadácias, Gimnospérmicas, palmeiras e figueiras tropicais (e ainda sementes de espécies raras e ameaçadas preservadas no Banco de Sementes). Os jardins botânicos representam um património de inegável interesse do ponto de vista histórico, cultural e científico. É sua missão contribuir para o conhecimento científico de plantas e fungos, da sua biodiversidade, conservação, propondo métodos de gestão do ambiente.

Recomendámos então, a todos, a visita destes dois jardins.

Saúde para si e para toda a sua família :)

Projecto


Para ler...

Ervas Milagrosas
Guia das 50 Ervas Mais Poderosas do Mundo
de Michael Castleman


O grupo AfroCura recomenda a todos a leitura deste livro de Michael Castleman, um especialista em medicina natural. Nesta obra o autor alia os usos tradicionais das ervas com a ciência. Foram consultados vários estudos científicos para provar a eficácia das plantas aqui descritas. Na descrição das ervas, o autor tem também o cuidado de explicar o modo como devem ser usadas e quais os cuidados a observar na sua utilização.
O AfroCura espera que se entretenham e aprendam muito com este livro. Saudações e muita saúde para si e para toda a sua família. :)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

AfroCura

O conceito AFROCURA reside na pesquisa, estudo, reinterpretação e síntese dos conhecimentos empíricos herdados na medicina dos antepassados, e a sua ligação com o conhecimento científico.

O nome, “AfroCura”, surgiu da aglutinação de duas palavras que só por si, resumem o nosso projecto:

  • África, um continente vasto, belo, com uma flora muito rica e uma cultura e tradição que desde há séculos tira proveito medicinal dessa riqueza (e também porque todas nós somos de descendência africana).
  • Cura, pois o nosso grande objectivo é procura de soluções naturais para o tratamento de variadas patologias.

O nosso logótipo

A escolha de um logótipo que expressasse as nossas ideias não foi muito simples:






Optamos por uma árvore que representasse simultaneamente África e as plantas medicinais;










Envolvemos a árvore com o símbolo da medicina moderna*, pois o nosso objectivo é unir os conhecimentos populares à sabedoria, precisão e exactidão da ciência.






Por fim as cores: uma graduação de tons tropicais como as plantas africanas que pretendemos explorar, que vai desde o amarelo do sol, passando pelo castanho e terminando no vermelho da terra. Cores quentes e vivas como África.


E o resultado foi este:



O grupo espera que o logotipo seja do vosso agrado e deseja desde já, muita saúde à todos! :)